O Projeto Restaura Amazônia divulga o resultado final do Edital 004/2025, voltado à seleção de iniciativas de restauração ecológica e produtiva em Unidades de Conservação localizadas na Macrorregião 2 (Mato Grosso e Tocantins).
Após um processo rigoroso de análise técnica, socioambiental e de viabilidade executiva, conduzido por uma Comissão de Seleção independente e acompanhado pelo Núcleo Gestor do Edital, foram escolhidos os projetos que receberão apoio financeiro e técnico para implementação de ações de restauração em larga escala, fortalecimento da agricultura familiar e promoção de cadeias produtivas sustentáveis.
Os projetos selecionados demonstram forte potencial de impacto positivo sobre a recuperação de áreas degradadas, aumento da conectividade de paisagens e melhoria das condições de vida na região.
Projetos apoiados
| Nome | Proponente | Área restaurada (ha) | UCs Prioritárias | Estado |
|---|---|---|---|---|
| Depois do Fogo – Restauração Ambiental pós distúrbio de fogo na ESEC Rio Roosevelt | Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde | 250 | Estação Ecológica do Rio Roosevelt | MT |
| Reserva do Araguaia: restauração e fortalecimento da bioeconomia no Assentamento Nova Canaã | Instituto Perene | 300 | APA Ilha do Bananal | TO |
| Cabeceiras do Rio Cuiabá: Integrando Conservação, Restauração e Produção | Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia - IPAM | 250 | APA Cabeceiras do Rio Cuiabá | MT |
| Raízes do Bananal: Restauração Ecológica e Fortalecimento da Cadeia Produtiva na Área de Preservação Ambiental Estadual da Ilha do Bananal | Associação Humana Povo para Povo Brasil | 203 | APA Ilha do Bananal | TO |
Com o Edital 004, o Restaura Amazônia dá um passo importante na construção de uma rede de iniciativas locais voltadas à restauração da Amazônia Legal, em alinhamento com as metas nacionais de neutralidade climática, o PLANAVEG e os compromissos de mitigação de gases de efeito estufa do Brasil.
O Edital 004 do Restaura Amazônia é uma iniciativa do BNDES, através do Fundo Amazônia, e da Petrobras, com gestão da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS), e apoio técnico do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).